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Trofeu da Finalissima
Trofeu da Finalissima

Futebol

Finalíssima – O campeão dos campeões

Já se passaram 29 anos desde a última partida oficial entre os dois campeões das principais provas continentais de seleções. No dia 1 de junho de 2022, foi a vez de Itália, vencedora do Campeonato Europeu de 2020, entrar em campo para enfrentar a campeã da Copa América 2021, a Argentina, na primeira edição da Finalíssima, uma competição que conta com o patrocínio da bwin. O troféu voou para a América do Sul, depois de uma vitória por 3-0, com golos de Lautaro Martínez, Ángel Di María e Paulo Dybala.

O que é a Finalíssima?

Este troféu surge na sequência de outros disputados anteriormente entre ambas as confederações. O último foi jogado em 1993, na altura com a Argentina, que contava com o saudoso Diego Maradona no seu onze inicial, a levar o Troféu Artemio Franchi.

A despedida e a defesa de honra… que acabou frustrada

Mais do que uma grande partida de futebol, este embate no estádio de Wembley ficou marcado por uma despedida do lado italiano. Foi a última partida de Giorgio Chiellini com as cores da squadra azzurra. O experiente central de 37 anos (fará 38 em agosto) disse assim adeus à seleção do seu país, depois de 18 anos a jogar como internacional.

O agora ex-capitão da seleção italiana, que saiu aos 46 minutos da partida, ainda demonstrou que estava para as “curvas”, e acabou o seu último jogo uma eficácia de passe de 86%, realizando cinco recuperações de bola.

Este embate seria também uma defesa de honra para a equipa de Mancini, entretanto defraudada, após a surpreendente derrota frente à Macedónia do Norte, que afastou a formação do Gioco di Calcio da fase final do Mundial de 2022. No entanto, o local do encontro até poderia trazer boas memórias aos italianos, pois foi aqui que se sagraram Campeões Europeus pela última vez, sendo justamente a essa vitória que os trouxe à disputa da Finalíssima.

O Furacão Albiceleste

A Itália teve pela frente a formação albiceleste, já apurada para a fase decisiva do Mundial do Catar (recordamos que estará presente no grupo C com México, Polónia e Aráubia Saudita), e com muitas ganas de fazer melhor do que na última edição da prova, onde caiu aos pés da França nos oitavos-de-final.

Lionel Messi, Nicolás Otamendi, Paulo Dybala, Ángel Di Maria e companhia chegaram a este jogo na qualidade de campeões da Copa América, depois de terem derrotado o Brasil na final desta competição. Di Maria foi o goleador improvável da final: depois de uma assistência magistral de Rodrigo de Paul, o extremo argentino colocou a bola por cima de Ederson, num dos golos com mais classe do craque da seleção das pampas.

Di María encontrou na Finalíssima alguns dos seus futuros colegas, já que foi anunciado como reforço da Juventus para 2022/23. O médio foi um dos jogadores mais importantes do PSG durante as sete temporadas ao serviço dos parisienses.

Lionel Messi e Ángel Di Maria foram duas das figuras da Finalíssima.
Fonte: AFA

Recordando o passado recente da seleção argentina nas competições sul-americanas, podemos ver a eficácia dos comandados de Lionel Scaloni não ficou afectada com este resultado, já que não sofreram qualquer derrota até ao momento e apenas consentiram oito golos, que contrastam com os 30 golos já marcados, 27 na caminhada até ao Catar e três na Finalíssima.

No entanto, o capítulo “Mundial 2022” não terminou para a Argentina: ainda há uma partida por disputar em setembro frente ao Brasil, depois da polémica ocorrida em Fevereiro passado, com a suspensão do jogo nos primeiros cinco minutos por quebra das regras referentes à pandemia COVID-19.

Certo é que ingredientes não faltaram a este jogo para ser emocionante e com alguns golos, surpreendendo talvez devido a este último ponto.

Historicamente, o equilíbro era notável até esta partida, com seis vitórias a penderem para Itália e cinco para a Argentina. Contudo, e abrindo as páginas do século XXI, os argentinos foram mais felizes, vencendo a última partida, um amigável em 2018, por 2-0.

A vitória acabou por sorrir novamente à equipa da América Latina que, com este resultado, acabou por levantar mais um troféu importante. Não saberemos o que o futuro reserva, mas saberemos que, por certo, teremos de ter atenção aos comandados de Scaloni neste Mundial. Quem sabe se não será uma equipa sul-americana a levantar o troféu 20 anos depois…

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