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Daniel Alves regresso Barcelona
Daniel Alves regresso Barcelona
Vamos recordar outros jogadores que regressaram a clubes onde foram ídolos

Modalidades Deportivas

Quando os ídolos regressam a casa

Daniel Alves voltou recentemente ao “seu” Barcelona, depois de passagens por Juventus, PSG e São Paulo, consumando um dos regressos futebolísticos mais inesperados dos últimos tempos. Aproveitamos a deixa e vamos recordar regressos a clubes onde os jogadores foram ídolos, começando por casos portugueses.

Paulo FutreAtlético de Madrid: Vamos recordar regressos a clubes onde os jogadores foram ídolos, e por isso considerado unanimemente como um dos melhores jogadores nacionais de todos os tempos, Paulo Futre tornou-se uma autêntica estrela no Atlético de Madrid, clube para onde se mudou pela primeira vez em 87/88, vindo do FC Porto. Depois de seis épocas e meia a espalhar magia no Calderón, El Portugués saiu para o Benfica, passando ainda por França, Itália e Inglaterra antes de voltar a vestir de colchonero,em 1998. O jogador foi recebido em apoteose por um estádio lotado, mas a segunda experiência no clube não durou muito – Futre fez apenas 10 jogos antes de rumar ao Japão, onde terminou a carreira.

Rui Costa – Benfica: Se vamos recordar regressos a clubes onde os jogadores foram ídolos temos de falar dele. Formado no Benfica, Rui Costa saiu das águias em 94/95, para se juntar à Fiorentina. Em Florença, o português tornou-se um dos jogadores mais idolatrados pelos adeptos, estatuto que manteve no Milan, para onde se mudou em 01/02. Depois de cinco épocas no clube e já com 34 anos, o “Maestro” voltou ao Benfica, com a intenção de pendurar as botas no clube do seu coração. O regresso durou duas épocas, com a última a ser especialmente bem-sucedida – 45 jogos e 10 golos.

Ricardo Sá Pinto – Sporting: três épocas de leão ao peito bastaram para que Sá Pinto se tornasse um caso sério de popularidade entre os adeptos do Sporting. O avançado, vindo do Salgueiros em 94/95, entusiasmava com a raça e empenho que demonstrava em cada jogada. Quando depois de três épocas uma agressão ao então seleccionador nacional Artur Jorge ditou a sua suspensão por um ano, Sá Pinto acabou por sair do clube, tendo rumado à Real Sociedad. No entanto, “Ricardo Coração de Leão”, como ficara conhecido em Lisboa, nunca foi esquecido em Alvalade. Os adeptos sonhavam com um regresso que se concretizou em 00/01, ainda a tempo de ser campeão nacional e chegar à final da Liga Europa.

Pepe – FC Porto: um dos melhores defesas centrais portugueses de sempre juntou-se aos Dragões pela primeira vez em 04/05, vindo do Marítimo. A qualidade que evidenciou ao longo de três anos levou o poderoso Real Madrid a contratá-lo e a mantê-lo nos seus quadros durante dez épocas. Pepe mudou-se então para o Besiktas da Turquia, antes de voltar ao FC Porto em 18/19, clube onde continua a ser uma referência, apesar dos seus 38 anos.

Cristiano Ronaldo – Manchester United: Para recordar regressos a clubes onde os jogadores foram ídolos, temos também CR7 que voltou esta época a Old Trafford, de onde tinha saído na época de 09/10 para se juntar ao Real Madrid. Nos anos em que esteve ausente, tornou-se um dos melhores jogadores da história, ganhando tudo o que havia para ganhar, tanto a nível colectivo como individual. Passou ainda pela Juventus antes de voltar ao Manchester United com estatuto de “lenda viva”, onde continua a ser decisivo aos 36 anos e a inspirar os colegas com o seu exemplo de profissionalismo e dedicação.

Ibrahimovic – Milan: o sueco tinha já passado pelo rival Inter e pela Juventus antes de se juntar ao Milan pela primeira vez em 10/11, vindo do Barcelona. Nada que tenha impedido os adeptos rossoneri de se apaixonarem pela personalidade e talento únicos do possante avançado, que no seu segundo ano no clube marcou 35 golos em 44 jogos. Continuou a ser um ídolo no PSG, mudou-se depois para o Manchester United e passou ainda pelos LA Galaxy antes de voltar ao Milan em 19/20, onde, já com 40 anos, continua a dar mostras de não querer parar por aqui.

Fernando Torres – Atlético de Madrid: El Niño era o principal ídolo dos adeptos colchoneros quando saiu para o Liverpool em 07/08. No clube desde sempre, era um símbolo da formação do Atlético. Continuou a um nível muito alto na cidade dos Beatles, antes de se juntar ao Chelsea, onde o seu desempenho acabou não ser o esperado. Teve ainda uma breve passagem pelo Milan antes de voltar ao Atlético de Madrid em 14/15, onde, apesar de continuar a ser adorado pela afición, não conseguiu repetir o nível da primeira vez. Acabou a carreira nos japoneses do Sagan Tosu, em 2019.

Riquelme – Boca Juniors: Não há como recordar regressos a clubes onde os jogadores foram ídolos sem falar nele. Considerado por muitos o último verdadeiro número 10 do futebol moderno, Juan Román Riquelme encantou o La Bombonera durante anos antes de se juntar ao Barcelona em 02/03, repetindo os passos do ídolo Maradona. A experiência na Catalunha durou apenas um ano, após o qual o argentino se mudou para o Villarreal, comandando o Submarino Amarelo ao longo de quatro épocas. Voltou então ao Boca Juniors onde se manteve até 2014, tornando-se uma das lendas da história do clube. Acabou a carreira onde tinha começado, no Argentinos Juniors, em 2015.  

Verón – Estudiantes: Juan Sebástian Verón nasceu para o futebol no Estudiantes da Argentina, de onde saiu para o Boca Juniors em 1996, permanecendo apenas uma época. O seu destino estava nos palcos europeus, onde passeou classe e espírito de liderança por Itália e Inglaterra, antes de finalmente voltar ao clube do seu coração em 2007, a tempo de conquistar uma Copa Libertadores. Terminou a carreira 10 anos depois, ainda no clube de La Plata.

Adriano – Flamengo: Por fim, para recordar regressos a clubes onde os jogadores foram ídolos, há que falar do produto das camadas jovens do Flamengo, Adriano despertou a atenção do Inter, que o levou para Milão em 01/02. Passou ainda por Fiorentina, Parma, novamente pelo Inter, São Paulo e Inter outra vez, antes de voltar em glória ao seu clube em 2009, onde os adeptos o receberam de forma efusiva. Nesse ano o Mengão conquistou o título brasileiro e o Imperador foi o melhor marcador da competição, a par de Diego Tardelli, do Atlético-MG. O regresso durou duas épocas, antes de a Europa o voltar a chamar, desta vez para representar a Roma. Jogou ainda no Corinthians e no Atlético Paranaense, e terminou a carreira nos Estados Unidos, ao serviço do Miami United, onde disputou apenas um jogo.

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